quarta-feira, 18 de outubro de 2017

BIOLUMINESCÊNCIA


                           




Figura1. As 12 espécies de fungos bioluminescentes encontradas no Brasil (A-L), durante os últimos 10 anos (2002-2012). A: Gerronema viridilucens, B: Mycena lucentipes, C: Mycena fera, D: Mycena asterina, E: Mycena luxaeterna, F: Mycena discobasis, G: Mycena singeri, H: Mycena aff. abieticola, I: Mycena sp., J: Neonothopanus gardneri, K: Mycena luxarboricola e L: Mycena lacrimans

Já ouviu falar sobre bioluminescência? Que mágico não é? 

Vamos conhecer uma pouco mais...

Essa emissão de luz por animais e plantas tem inspirado a curiosidade e o interesse da humanidade, sendo alvo de investigações por um grande número de naturalistas, físicos e fisiologistas, desde os tempos dos filósofos gregos Aristóteles (384-322 a.C.) e Plínio (23-79 d.C.).
A Bioluminescência, a emissão de luz fria e visível por seres vivos, é um fenômeno amplamente distribuído ao redor do mundo, sendo encontrada principalmente nos oceanos. Diversas espécies de bactérias, fungos, insetos, crustáceos, moluscos, celenterados, peixes, algas primitivas, vermes terrícolas e marinhos são descritos como bioluminescentes.
 bioluminescência fúngica, existem diversos registros históricos sobre a emissão de Luz de madeira e outros tipos de material celulósico em decomposição. Já no início, notou-se que a Luz derivada dos materiais em decomposição não era acompanhada de calor.
Em uma reação quimiluminescente forma-se um produto (emisSor) no estado excitado, ao invés do estado fundamental. O retorno do emissor para o estado de menor energia é acompanhado pela emissão de luz. A formação do emissor no estado excitado é catali- sada por uma enzima, genericamente chamada de luciferase, apesar da função e do tipo de reação catalítica das enzimas serem bastante diferentes.
De uma maneira geral, o sistema bioluminescente de um organismo pode envolver uma série de reações químicas, embora a luz seja emitida apenas a partir de uma reação que produz um estado excitado do emissor. Apesar de existirem diversas sistemas bioluminescentes, todos envolvem a oxidação de um substrato (usualmente chamado de luciferina), por sua luciferase ou uma fotoproteína. Toda bioluminescência é uma reação quimiluminescente.

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