BIOLUMINESCÊNCIA
Figura1. As 12 espécies de fungos bioluminescentes
encontradas no Brasil (A-L), durante os últimos 10 anos (2002-2012). A:
Gerronema viridilucens, B: Mycena lucentipes, C: Mycena fera, D: Mycena asterina, E: Mycena luxaeterna, F: Mycena discobasis, G: Mycena singeri,
H: Mycena aff. abieticola, I: Mycena
sp., J: Neonothopanus gardneri, K: Mycena luxarboricola e L: Mycena lacrimans
Já ouviu falar sobre bioluminescência? Que mágico não é?
Vamos conhecer uma pouco mais...
Essa emissão de luz por animais e
plantas tem inspirado a curiosidade e o interesse da humanidade, sendo alvo de
investigações por um grande número de naturalistas, físicos e fisiologistas,
desde os tempos dos filósofos gregos Aristóteles (384-322 a.C.) e Plínio (23-79 d.C.).
A Bioluminescência, a emissão de
luz fria e visível por seres vivos, é um fenômeno amplamente distribuído ao
redor do mundo, sendo encontrada principalmente nos oceanos. Diversas espécies
de bactérias, fungos, insetos, crustáceos, moluscos, celenterados, peixes,
algas primitivas, vermes terrícolas e marinhos são descritos como
bioluminescentes.
Já bioluminescência fúngica, existem
diversos registros históricos sobre a emissão de Luz de madeira e outros tipos
de material celulósico em decomposição. Já no início, notou-se que a Luz derivada dos materiais em decomposição não era
acompanhada de calor.
Em uma reação quimiluminescente forma-se
um produto (emisSor) no estado excitado, ao invés do estado fundamental. O retorno do
emissor para o estado de menor energia é acompanhado pela emissão de luz. A
formação do emissor no estado excitado é catali- sada por uma enzima,
genericamente chamada de luciferase, apesar
da função e do tipo de reação catalítica das enzimas serem bastante diferentes.
De uma maneira geral, o sistema
bioluminescente de um organismo pode envolver uma série de reações químicas,
embora a luz seja emitida apenas a partir de uma reação que produz um estado
excitado do emissor. Apesar de existirem diversas sistemas bioluminescentes,
todos envolvem a oxidação de um substrato (usualmente chamado de luciferina),
por sua luciferase ou uma fotoproteína. Toda bioluminescência é uma reação
quimiluminescente.
Veja o artigo na íntegra:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422013000200018
Essa emissão de luz por animais e
plantas tem inspirado a curiosidade e o interesse da humanidade, sendo alvo de
investigações por um grande número de naturalistas, físicos e fisiologistas,
desde os tempos dos filósofos gregos Aristóteles (384-322 a.C.) e Plínio (23-79 d.C.).
A Bioluminescência, a emissão de
luz fria e visível por seres vivos, é um fenômeno amplamente distribuído ao
redor do mundo, sendo encontrada principalmente nos oceanos. Diversas espécies
de bactérias, fungos, insetos, crustáceos, moluscos, celenterados, peixes,
algas primitivas, vermes terrícolas e marinhos são descritos como
bioluminescentes.
Já bioluminescência fúngica, existem
diversos registros históricos sobre a emissão de Luz de madeira e outros tipos
de material celulósico em decomposição. Já no início, notou-se que a Luz derivada dos materiais em decomposição não era
acompanhada de calor.
Em uma reação quimiluminescente forma-se
um produto (emisSor) no estado excitado, ao invés do estado fundamental. O retorno do
emissor para o estado de menor energia é acompanhado pela emissão de luz. A
formação do emissor no estado excitado é catali- sada por uma enzima,
genericamente chamada de luciferase, apesar
da função e do tipo de reação catalítica das enzimas serem bastante diferentes.
De uma maneira geral, o sistema
bioluminescente de um organismo pode envolver uma série de reações químicas,
embora a luz seja emitida apenas a partir de uma reação que produz um estado
excitado do emissor. Apesar de existirem diversas sistemas bioluminescentes,
todos envolvem a oxidação de um substrato (usualmente chamado de luciferina),
por sua luciferase ou uma fotoproteína. Toda bioluminescência é uma reação
quimiluminescente.
Veja o artigo na íntegra:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422013000200018
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-40422013000200018

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